Decoração do Hall de Entrada Pode Valorizar Muito Edifícios Comerciais e Residenciais

02/08/2015 13:10

A Valorização do Hall de Entrada

O hall de edifício corporativo que recebe um bom projeto de interiores colabora para a valorização do empreendimento, o que se reflete nos preços de venda e locação dos pavimentos. A opinião é compartilhada pelo arquiteto Jayme Bernardo, de Curitiba, e a designer de interiores paulistana Camilla Matarazzo. “Fiz o projeto de interiores do hall de um prédio comercial e, depois de um tempo, o proprietário veio me contar que estava alugando os andares por preço 30% além do previsto, porque o hall valorizou o edifício”, relata Camila.

 

Contemporâneo ou clássico, minimalista e prático, ou rico em detalhes, o conceito do projeto de interiores, segundo os profissionais, segue a arquitetura do edifício, seja ele corporativo ou residencial. “Eu gosto de imprimir detalhes contemporâneos a um projeto mais clássico”, diz Bernardo. Porém, antes de qualquer definição é preciso conhecer os limites impostos pelo orçamento. Isto explica porque muitos edifícios do final da década de 1990 e início dos anos 2000 apresentam um hall suntuoso de piso de granito, balcão de madeira e ponto final. “Com certeza, existiu um projeto de mobiliário, mas o dinheiro acabou antes”, comenta.

 

Há alguns anos, o mercado adota o conceito norte-americano, em que o empreendedor trabalha com orçamentos e projetos completos, sabendo o que vai gastar em todas as fases até o projeto de interiores das áreas comuns do edifício, que é contratado logo no início, junto com os demais. Mas, quando isto não ocorre, um caminho apontado por Jayme Bernardo é especificar os materiais por custo, deixando margem maior para ampliar a abrangência do projeto. “Por exemplo: podemos substituir o uso de granito no piso por material resistente a alto tráfego, porém mais econômico, e ter verba para uma obra de arte forte que poderá ter um impacto visual maior no conjunto. É preciso buscar o equilíbrio”, recomenda.

 

Como Fazer para Valorizar mais o Ambiente?

Regra básica da especificação dos materiais é adotar aqueles mais nobres, resistentes ao alto tráfego e de fácil manutenção. Bernardo lembra que, no Brasil, não há a cultura de usar o mármore no piso que se desgasta com o tempo, mas revestimentos com muito brilho, liso, polido. “Lá fora, principalmente na Itália, o mármore é amplamente utilizado porque esse desgaste da pedra tem valor estético. Aqui, evitamos e partimos para o granito e para os porcelanatos”, diz ele, acrescentando que é fundamental o arquiteto conhecer os materiais e suas propriedades.

Em seus projetos, o único material que Camilla Matarazzo jamais emprega é aquele que imita outro. “Gosto de madeira, mármore, porcelanatos que lembram o concreto e o granito, mas tem que estar sempre misturado com outro elemento. Nos sofás, couro ou sintético, com grande resistência e de fácil limpeza”, afirma. Para ela, a Iluminação valoriza ou destrói o projeto. As escolhas e formas de uso são variadas: geral ou indireta, em vários planos, no teto, parede e piso, arandelas e lustres, e ainda o LED.

AMBIENTES

Os profissionais identificam a tendência, hoje, de incorporação de cafeterias no térreo dos edifícios corporativos. “O que reflete a necessidade de segurança dos ocupantes do prédio que têm, no térreo, uma opção para um café e, até mesmo, um momento de lazer. Mas isto não substitui um ambiente de espera bem projetado no hall”, ressalta Bernardo. Já para Camilla, as cafeterias funcionam como um atrativo nos edifícios comerciais, porque os condôminos podem reduzir a sua área de espera, otimizando o espaço dos andares. “E ainda entram novos recursos para o condomínio”, sugere.

Outra novidade é a criação de hall decorado nas garagens dos edifícios comerciais ou residenciais de alto padrão, para o conforto dos condôminos que sobem direto para os andares. “Esses ambientes começam a ser tratados como hall de passagem, uma área decorada e agradável. Porém, não dispensam o projeto do hall principal do edifício”, afirma o arquiteto.

Este é Realmente um excelente mercado. Um nicho que tem muito a ser explorado e muito a ser feito, alem de pouco explorado. Uma decoração de Hall de Edificio comercial ou residencial, pode ser orçado em ete 10 ou 12 Mil reais, portanto este é um excelente mercado para aquitetos, ou pessoas que pretendem entrar no mercado de decoração.

Para aqueles que teem interesse deixamos aqui algumas dicas em cursos profissionalizante Online, com suporte e certificado, onde pode fazer em sua própria cidade. São dois cursos, um mais básico de Decoração de Interiores, e um Outro mais completo, onde envolve projeto de móveis. Em ambos os casos, com apenas um projeto que o aluno desenvolva ja estara pagando os cursos pois o preço é muito acessivel.


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